Equilibrium - Cerâmicas adesivas case book, KINA

Equilibrium - Cerâmicas adesivas case book, KINA
  Melhor preço e atendimento só a Odontomedi  
Departamento: Odontologia
Categoria: Dentística
Autor: Sidney Kina
Editora: Grupo A
ISBN: 9788536701073
De: R$ 395,00
Por R$ 395,00 em 6x de R$ 65,83 ou R$ 347,60 c/12,00% desc nas compras no boleto.
Formas de pagamento


1x de R$ 395,00 à vista

2x de R$ 197,50 (R$ 395,00) sem juros

3x de R$ 131,67 (R$ 395,00) sem juros

4x de R$ 98,75 (R$ 395,00) sem juros

5x de R$ 79,00 (R$ 395,00) sem juros

6x de R$ 65,83 (R$ 395,00) sem juros


Boleto bancário, Depósito, Transferência, TEF
R$ 347,60 c/12,00% desc. nas compras acima de R$ 1,00 no boleto.

ENVIO IMEDIATO. 1 dia útil a partir da data que confirmarmos o pagamento, + tempo de frete escolhido por você (PAC, SEDEX).

Equilibrium - Cerâmicas adesivas case book, KINA

 

Autor: Sidney Kina
Ediçao: 1a / 2009
Número de páginas: 226 | 807 fotos
Formato: 36 x 28,5 cm
Editora: Artes Médicas
ISBN: 9788536701073

 

A forma desejável dos dentes e a linha do sorriso (posição dos dentes), não obedecem a padrões, porém dependem de cada paciente. Possibilitam inúmeras combinações. Shigeo Kataoka

Em “Equilibrium: cerâmicas adesivas case book”, conceitos de estética e percepção, preparos dentários com o máximo de preservação da estrutura dentária (mínimo que é o máximo) e biomecânica “tooth like”, conjugam-se na resolução de diferentes situações clínicas. Casos clínicos elaborados em parceria com grandes ceramistas: Shigeo Kataoka (Japão), Gerald Ubassy (França), August Bruguera (Espanha), José Carlos Romanini (Brasil) e Marcos Celestrino (Brasil), são apresentados passo a passo, em detalhes e ricamente ilustrados.

Minha idéia era escrever um livro para enaltecer a contemplação do belo por meio do isntinto natural impresso em nossa evolução sesorial - impresso tanto no cérebro como no coração. Comecei a escrevê-lo antes de ter terminado meu primeiro livro (invisível - Restaurações Estéticas Cerâmicas), num momento em que idéias fervilham em minha cabeça. Infelizmente, minha capacidade de gerar e gerir idéias é bastante limitada. Assim, antes de provocar um blecaute, eu a arquivei até o momento oportuno, mesmo porque, não acho que estivesse suficientemente maduro para escrever seriamente sobre o assunto. Hoje, não sei se me sinto melhor, talvez me sinta incomodado, e algo me impele a escrever novamente.

Propor um ensaio sobre o instinto e a percepção natural para definir o equilíbrio e a harmonia em arranjos dentários parece ser um retrocesso nos estudos dos fundamentos de estética. Num momento em que a padronização e a protocolização indicam o norte, buscar a estética por meio da percepção parece um tanto quanto contraditório. Agora, embora pareça um paradoxo, garanto que existe um raciocínio lógico em utilizar a nossa percepção instintiva na busca de arranjos dentários mais "adequados" esteticamente. Em verdade, a intenção é buscar um empreendimento cooperativo em conjunto com os "padrões" determinados pelos fundamentos de estética aplicados em odontologia.

Afinal, determinadas "convenções estéticas" têm levado alguns clínicos e técnicos em prótese dentária a vícios de composição, caracterizando seus trabalhos sempre na mesma perspectiva, descritos a partir de estudos de medidas comparativas, quase matemáticas. Não conseguem mais observar o singular, ajustando visualmente tudo - e todos - a seu esquema pré-estabelecido.

Mas, afinal, a percepção estética pode ser aprendida? Essa é uma pergunta sensata e, por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Para mim, o real significado dessa pergunta é "pode o instinto ser aprendido"? - se, realmente, esse for o significado, então, a resposta é não. Talvez seja essa a razão por que a pergunta é tantas vezes formulada num tom cético. O instinto é algo inato, não é ensinado, não é aprendido. A verdadeira percepção estética é instintiva. Nascemos com ela, morremos com ela. Desde o início, quando ainda bebês, ensaiando os primeiros passos de consciência, ela floresce. Num passe de mágica, a preferência pela beleza está posta, sem a necessidade de ensinar à criança o que é belo e o que é feio. Depois, ao londo de nossa história e de experiências culturais, "conceitos estéticos" vão sendo aprendidos (ou seriam apreendidos?), formando a cada gosto o rosto da beleza - diversidade que leva à opnião. Entretanto, independente do padrão adquirido, ainda sim, sempre o valor da primeira impressão - aquela mais instintiva - insiste em dar seu parecer, antes que padrões de análise sejam realizados. Deixar fluir essa percepção, para descobrir onde está o ponto de equilíbrio/desequilíbrio, é simplesmente natural, é criar a beleza além da razão.

Sidney Kina

Comente este produto

Nenhum comentário, seja o primeiro a comentar este produto!

Produtos Relacionados

 

Copyright © 2018 JDS ATUALIZAÇÕES ODONTOLÓGICAS LTDA
Desenvolvimento: iDev Web