Rejuvenescimento Facial Conceitos E Técnicas

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REJUVENESCIMENTO FACIAL CONCEITOS E TÉCNICAS
CHANG YUNG CHIA

Inforações Técnicas:
ISBN13: 9788580531176
Páginas: 321
Publicação: 2016
Edição: 1º
Encadernação: CAPA DURA

SINOPSE:
A indicação de um tratamento e a escolha da técnica são fundamentadas nos conceitos anatomofisiológicos do objeto a ser tratado. Deve-se compreender bem os conceitos da patologia em questão, para aplicar a técnica cirúrgica necessária e adequada. As técnicas de pesquisas evoluem, ampliam e aprofundam os conhecimentos. A anatomia e a fisiologia são constantemente reinterpretadas, criando novos ou diferentes conceitos. Ou seja, a evolução da cirurgia da face (ou de qualquer tratamento médico-cirúrgico) é um processo contínuo de “desconstrução” e reconstrução dos seus conceitos e, consequentemente, dos seus tratamentos. Por exemplo, a teoria predominante da fisiopatologia do envelhecimento é a “gravitacional”, onde as estruturas anatômicas se deslocam em direção caudal por força da gravidade. Com base nisso, técnicas cirúrgicas denominadas “antigravitacionais” foram criadas ou renominadas. E o próprio termo lifting é interpretado dessa maneira. Outro termo, “rejuvenescimento”, pode levar à interpretação errônea. Não existe rejuvenescimento no nível celular ou molecular (nem com as células mesenquimais multipotentes, até o presente momento). Nem mesmo há o verdadeiro processo de regeneração na vida após embriogênese em humanos. A cirurgia e os procedimentos de “rejuvenescimento” faciais tornam a aparência mais jovial ou mais harmônica, sem regenerar o tecido, e podem até acelerar o envelhecimento pelo trauma e a reação inflamatória. A teoria do processo de envelhecimento mais aceita atualmente é a teoria “genética”, onde não há deslocamento das estruturas causadas pela gravidade, e sim alterações programadas geneticamente (fatores intrínsecos e inevitáveis), e exacerbadas ou aceleradas pelos fatores ambientais (extrínsecos evitáveis). As técnicas das cirurgias estéticas basicamente consistem em reequilibrar o conteúdo com o continente; redistribuir o volume e, consequentemente, o formato das estruturas e reposicionar ou deslocar as estruturas anatômicas. A topografia da retirada de excesso de pele e o vetor da tração dos retalhos são frequentemente determinados pela posição mais favorável e aceitável da cicatriz. O exemplo é a abdominoplastia, que ba

Prefácio:
sicamente consiste em compactar ao máximo o conteúdo (plicatura da aponeurose dos retos abdominais) e retirada do excedente dermoadiposo (continente). A tração do retalho abdominal pode tanto ser em direção caudal, com a cicatriz na região abdominal inferior, ou a direção da tração pode ser cranial (abdômen reverso), com a cicatriz nos sulcos inframamários, cicatriz essa que normalmente não é aceitável. O mesmo acontece com a cirurgia da mama, que se resume em redistribuição do volume formando um cone, com deslocamento cranial de toda a estrutura, com a cicatriz na parte inferior da mama, onde é mais oculta e aceitável. Os mesmos conceitos se aplicam na face. O conteúdo é “esculpido” com a plicatura ou o retalho do SMAS e com a redistribuição dos volumes dos compartimentos adiposos da face. A cicatriz é mais aceitável nas posições craniais, periauricular, pré- ou intrapilosas, apesar de a ressecção do excesso cutâneo ser mais eficiente in locu (dobra nasolabial, cervical anterior, dobra labiomandibular, por exemplo), entretanto, a cicatriz normalmente é inaceitável. Portanto, a cirurgia da face não necessariamente é um lifting. Este livro é uma discussão dos conceitos clássicos e atuais da anatomia e do processo de envelhecimento da face, para discutir os conceitos do seu tratamento. É preciso desconstruir para poder reconstruir.

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